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Polícia Lavagem de dinheiro

Polícia Civil indicia dez suspeitos de envolvimento com o tráfico interestadual em MG e MS

Delegado informou que bens somam mais de R$ 1 milhão

19/05/2021 13h15
Por: Santa Helena Agora Fonte: G1 Minas Gerais
Divulgação/Polícia Civil
Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil de Minas Gerais indiciou dez pessoas suspeitas de tráfico de drogas, associação criminosa e lavagem de dinheiro em Minas e no Mato Grosso do Sul.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Thiago Machado, o grupo criminoso era responsável pela entrada e distribuição de drogas nos aglomerados da Serra (Centro-Sul), Gogó da Ema (Leste) e Morro das Pedras (Oeste), todos em Belo Horizonte.

"Nós desarticulamos ações criminosas do tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro", disse Machado.

Dos dez indiciados, três são da capital mineira e sete de Aquidauana (MS). De acordo com a polícia, os de BH são Bruno Zanon Silveira, chefe da venda e distribuição de drogas no Morro das Pedras, a mulher dele, Dayanne Verônica Arcanjo, e o pai, Danilo Silveira da Silva.

Machado disse ainda que a quadrilha também vendia outras drogas, como cocaína, mas que a especialidade dos criminosos era a maconha.

O delegado disse ainda que, por meio de mandados judiciais, conseguiu sequestrar dois sítios – um em Igarapé e outro em Ribeirão das Neves, na Grande BH –, um Honda City, uma motocicleta e um reboque.

Machado informou que contra Bruno Zanon havia um mandado de prisão preventiva em aberto desde 2018 e que ele foi preso ao fazer um exame médico em BH, em julho de 2019.

Em Mato Grosso, foram presos os suspeitos Vaner Ramao Santana Balta, vulgo Véio, e o filho dele, Vaner Ramao Júnior, vulgo Playboy.

Para tentar enganar a polícia, segundo Machado, os criminosos transportavam as drogas em veículos mais antigos, como picapes e Fiorino, para não chamar atenção. Eles carregavam, em média, até 200 quilos de maconha. O Playboy foi preso em 2019, em Rio Verde.

"De maio a outubro de 2016, os criminosos movimentaram cerca de R$ 500 mil. Eles usavam o sistema financeiro nacional e essa movimentação foi verificada pelo Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras]", explicou Machado.

O inquérito foi concluído, os dez suspeitos indiciados e denunciados pelo Ministério Público, mas a Justiça ainda não decretou a prisão de todos.

O delegado falou ainda que os bens sequestrados somam mais de R$ 1 milhão.

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