
A Secretaria de Estado de Saúde de Goiás (SES-GO) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) têm o prazo de dez dias para explicar ao Ministério Público Federal de Goiás (MPF-GO) sobre o envio aos municípios de frascos com doses da vacina contra a Covid-19, fornecida pelo Instituto Butantan, em quantidade menor do que o especificado nos rótulos.
O ofício assinado pelo procurador da República Ailton Benedito de Souza atende a uma representação do deputado federal Elias Vaz (PSB) que, além de Goiás, cita que a mesma situação foi registrada no Rio Grande do Sul.
O documento faz referência à reportagem do POPULAR “Lotes de vacinas chegaram a Goiás com até quase 20% menos doses indicadas nos frascos”, publicada em 8 de abril deste ano e que mostra a discrepância entre a quantidade de doses enviadas e as recebidas de fato.
A reportagem entrou em contato, por e-mail, com a SES e a Anvisa e aguarda os posicionamentos.
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