O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve o bloqueio da investigação contra o padre Robson de Oliveira, suspeito de desviar dinheiro da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe). O desembargador Olindo Menezes considerou que as provas usadas pelo Ministério Público durante a operação foram compartilhadas de maneira ilegal de outra apuração.
O G1 entrou em contato por e-mail com o Ministério Público e aguarda uma posição sobre a decisão do STJ.
Segundo as investigações do MP, o padre Robson, então reitor da Afipe, que administra o Santuário Basílica de Trindade, usou dinheiro doado por fiéis para comprar fazendas, casa na praia e até um avião. Ao todo, o prejuízo para a associação chegaria a mais de R$ 100 milhões.
Entenda a operação do MP
A Operação Vendilhões surgiu após uma investigação que apurou uma série de extorsões feitas por hackers contra o padre para que um suposto relacionamento amoroso dele não fosse divulgado. Ao todo o padre pagou R$ 2,9 milhões com dinheiro da Associação dos Filhos do Divino Pai Eterno (Afipe) em troca do arquivamento das mídias.
Segundo a decisão do STJ, os dados dessa investigação foram compartilhados, tendo sido “ilegalmente utilizados pelo Ministério Público para iniciar a persecução”.
Investigação começou após hacker ameaçar expor supostos casos amorosos
A defesa do padre disse que a sentença reconhece a inocência do religioso. “Isso, finalmente, faz justiça à honesta administração conduzida por padre Robson à frente da Associação Filhos do Pai Eterno”, disse o advogado Pedro Paulo de Medeiros.
O religioso continua afastado das funções como padre. Com a sentença, a defesa espera que ele possa voltar a realizar missas e outras celebrações.
O G1 entrou em contato por e-mail com a Arquidiocese de Goiânia para saber se há previsão de quando o padre possa retornar à atividade e aguarda retorno.
Operação Vendilhões
O Ministério Publico cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao padre Robson em agosto de 2020. De acordo com as investigações, as associações criadas pelo religioso movimentaram cercar de R$ 2 bilhões em dez anos.
Os valores deveriam ter sido usados na construção da nova Basílica de Trindade. Porém, foram usados para outros fins, como a compra de imóveis e empresas, segundo os promotores.
Em dezembro de 2020, padre Robson e outras 17 pessoas foram denunciadas por organização criminosa, apropriação indébita, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Porém, o processo foi bloqueado pela Justiça.
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