O funcionário torturado e estuprado pelo chefe e outros dois suspeitos após furtar uma furadeira e uma serra na loja em que trabalhava, em Taguatinga, no Distrito Federal, disse à polícia que subtraiu os objetos por ter tido resposta negativa a um pedido de adiantamento de salário feito ao patrão.
Foram horas de tortura antes da vítima ser colocada nua em um tonel de metal e, depois, abandonada em uma via pública pelo chefe. O funcionário passou por uma sessão de violência, com agressões, coronhadas e até estupro, por pelo menos três horas, no dia 12 de maio, como forma de “vingar” o furto dos objetos.
Segundo a Polícia Civil, ao perceber a falta dos objetos, dias depois, o patrão chamou o funcionário nos fundos da loja, e iniciou as agressões.
Em relato divulgado pelo Metrópoles, o homem diz que foi perguntado pelo chefe sobre os itens furtados, e, antes que pudesse responder, recebeu um mata-leão seguido de vários socos. No local, estavam o proprietário da loja e outro funcionário. A vítima conta, ainda, que, desmaiada, teve as mãos e pés amarrados. Depois, sofreu diversos tipos de tortura.
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