Dois policiais foram baleados no sábado (25), durante o feriado de Natal, no litoral de São Paulo. O primeiro caso aconteceu em São Vicente, quando o servidor Rogério Pinheiro saía de seu plantão no Centro de Detenção Provisória (CDP) da cidade e foi alvejado por cinco tiros. Ele sobreviveu ao ataque, e seu estado de saúde é estável. O segundo é um agente penitenciário, de 49 anos, executado a tiros após atender a campainha na Praia Grande.
Segundo informações do Sifuspesp (Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo), homens tocaram a campainha da casa do policial penal do CDP de São Vicente Ronaldo Soares dos Santos, no bairro Cidade Ocian em Praia Grande, e ao atender ele foi alvejado por tiros. Santos foi socorrido no Pronto-Socorro, mas não resistiu e morreu. Os suspeitos fugiram em dois carros e não foram encontrados.
Por meio de nota, a Secretaria da Administração Penitenciária afirmou que "lamenta profundamente e repudia as violentas e covardes ações que vitimaram dois servidores no dia de Natal na Baixada Santista. A SAP presta todo apoio às forças de segurança para identificação e prisão dos autores dos crimes ao tempo em que presta solidariedade às famílias".
"É com pesar que o Sifuspesp informa a morte do Policial Penal do CDP de São Vicente Ronaldo Soares dos Santos. Mais uma vez o Sifuspesp alerta a categoria para estes ataques de criminosos na baixada santista", disse o sindicato. O órgão afirmou ainda que a direção do sindicato está à disposição para prestar o apoio que a família necessitar, e expressa condolências aos familiares, parentes e amigos do policial penal.
O sindicato afirmou que um policial militar também teria sofrido ataque na Baixada Santista, o que, segundo o órgão, aponta a tendência de uma ação orquestrada contra profissionais da segurança pública na região. A entidade acendeu um alerta para que todos os servidores penitenciários da região fiquem atentos a sua rotina a fim de evitar novos atentados.
"Não é a primeira vez que crimes semelhantes acontecem nas proximidades, todos com características de execução", disse em nota. "Em 1º de dezembro, o policial penal Eduardo Godinho Kundig já havia sido assassinado a tiros em São Vicente, enquanto apenas três dias antes um policial militar também havia perdido a vida nas mesmas circunstâncias. Áudios que circularam pelas mídias sociais davam conta de uma possível organização por parte de criminosos para matar policiais."
O órgão declarou que colabora com a Polícia Civil para tentar identificar os suspeitos de cometer os atentados. O sindicato disse ainda que vai exigir que a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) adote medidas para preservar a segurança de todos os servidores da região.
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