Um grupo suspeito de utilizar pelo menos sete aeronaves para movimentar o tráfico de drogas em âmbito interestadual e internacional é alvo, nesta quinta-feira (15), de uma operação da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco). Há mandados sendo cumpridos em Goiás, São Paulo, Mato Grosso e Santa Catarina.
Em Goiás são quatro mandados de prisão e 12 de busca e apreensão. As ordens de prisão da Operação Narco Flight são contra o chefe do grupo, o gerente operacional e dois operadores, responsáveis pelo trabalho de campo. Já os mandados de busca são contra supostos pilotos e financiadores do esquema e uma escola de aviação na capital suspeita de dar manutenção e custódia as aeronaves.
De acordo com a Polícia Civil de Goiás, as investigações tiveram início há um ano e meio quando a corporação teve informações sobre um helicóptero que estaria transportando drogas para Goiás. Essa aeronave foi abordada na época em uma cidade do Mato Grosso que faz divisa com Goiás, e foi apreendida por estar com prefixo clonado. Na época, o piloto e o responsável pelo reabastecimento da aeronave foram presos por porte de munição.
Alguns meses depois, o piloto, que já estava solto, foi preso no Pará com R$ 1 milhão de dólares e uma arma de fogo. A aeronave que ele pilotava foi apreendida. A investigação apontou que após a apreensão desse avião o grupo comprou outra aeronave, que ao pousar em uma pista clandestina, sofreu danos.
A polícia então passou a monitorar uma quarta aeronave, utilizada pelo grupo, em Mozarlândia. Ao pousar no Amazonas, o avião foi apreendido por irregularidades no plano de voo, sendo transportadas por pilotos não licenciados e por estar transportando grande quantidade de combustível.
Com isso o grupo adquiriu um quinto avião, que passou a ser monitorado pela PC. A aeronave decolou de Palmeiras de Goiás com destino a Roraima, mas o trem de pouso quebrou. De acordo com a investigação, os suspeitos compraram outro trem de pouso e o levou de carro. No entanto, devido a demora para resolver a situação o grupo adquiriu a sexta aeronave.
O avião decolou de Goiânia com destino a Roraima, mas acabou abordado com 400 kg de skunk e 10 kg de pasta base de cocaína. Os ocupantes foram presos e uma caminhonete Hilux filmada na casa do chefe do grupo na capital goiana foi apreendida em Roraima.
Ainda de acordo com a polícia, após essa apreensão o grupo adquiriu a sétima aeronave. Ela partiu do Paraná, passou por Goiás, Mato Grosso, Manaus e Roraima. O avião atravessou a Venezuela, mas ao entrar no espaço aéreo Colombiano foi interceptada pela Força Aérea Colombiana.
Segundo a Draco, o grupo é ligado a uma grande facção criminosa brasileira.
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