Um pedreiro de 52 anos foi preso suspeito de dar bebida alcoólica e estuprar a filha de 12 anos, em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, as irmãs mais velhas descobriram que a caçula era abusada durante dois anos e denunciaram o pai.
O nome do suspeito não foi divulgado. Por isso, o G1 não conseguiu contato com a defesa dele. A delegada do caso, Gabriela Adas, disse que o suspeito negou ter cometido o crime.
A prisão aconteceu na última quarta-feira (9), no Setor Novo Horizonte, na casa onde ele mora com a filha mais nova e a esposa. Gabriela conta que a menina foi estuprada por mais de 20 vezes.
“O investigado oferecia bebida alcoólica à menor e aproveitava das circunstâncias para abusar sexualmente dela”, conta Gabriela.
A equipe da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) informou que alguns dos abusos aconteciam na cama onde o pai e a mãe da menina dormiam. O homem acariciava o corpo da filha e a beijava na boca.
Irmãs denunciam abusos
Pai de três meninas, ele tem passagem em 2006 pela prática de estupro de vulnerável contra a filha do meio, que na época tinha 13 anos. Ao comentar com a caçula sobre o abuso que sofreu na adolescência, a jovem descobriu os crimes.
“As duas filham mais velhas do suspeito, fruto de outro casamento, visitavam a vítima e a do meio, que também já sofreu abusos do próprio pai, comentou o caso. Daí a filha mais nova, de 12 anos, contou que também passava pelos abusos, mas que não sabia que configurava crime porque o pai dizia que era apenas um ato de carinho. Diante disso, as irmãs denunciaram o caso na delegacia”, disse a delegada.
Segundo a polícia, o pedreiro foi absolvido das acusações de estupro registrada em 2013, por falta de provas. No entanto, o depoimento da jovem ajudará no inquérito do abuso da caçula.
"Mesmo ele tendo sido absolvido, o relato da irmã reforça, sem dúvidas, o abuso da menor. Inclusive, sendo eles, no mesmo sentido", contou a delegada.
De acordo com a investigadora, o pedreiro ameaçou as filhas que o denunciaram. "Ele disse que elas pagariam por tê-lo exposto. Ele tentou fugir e, por isso, a polícia representou pela prisão temporária dele”, disse Adas.
Se indiciado e condenado, o suspeito pode responder pelo crime de estupro de vulnerável. A pena vai de 8 a 15 anos de prisão.
A investigadora apura se a mãe da adolescente tinha conhecimento dos crimes: “A mãe da menor nega conhecimento dos fatos, mas, por uma eventual conivência, ela também será investigada".
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