Um homem de 33 anos foi preso durante uma operação que investiga venda ilegal de remédios para o tratamento de pacientes com Covid-19 em estado grave, em Goiânia. As investigações apontaram que o suspeito integrava uma associação criminosa que comercializava os medicamentos por até dez vezes o valor de mercado.
O nome do investigado não foi divulgado pela autoridade policial. Portanto, o G1 não conseguiu localizar a defesa dele para que pudesse se posicionar sobre o caso. Em depoimento, segundo o delegado Webert Leonardo, o suspeito afirmou que fazia a revenda de medicamento há algum tempo e que estava tentando regularizar a prática.
“Essa versão não se sustenta. Eu ouvi fiscais sanitários que me garantiram que a forma como essas drogas estavam sendo guardadas era totalmente inadequada. Ele deixava os remédios na sacada do apartamento, pegando sol. Sendo que alguns deles precisam estar em uma temperatura adequada”, afirmou o delegado.
O homem foi preso durante a segunda fase da Operação Nisi Facilis, deflagrada na última quarta-feira (9). Segundo a corporação, no apartamento do investigado, no Setor Negão de Lima, foram encontradas centenas de medicamentos de alto custo que, no mercado ilícito, eram comercializados por uma quantia que soma R$ 450 mil. Não foram divulgados o número de vítimas nem o valor que ele pode ter arrecadado com os crimes.
“Um dos medicamentos encontrados na casa dele é o Propofan, utilizado na sedação de pacientes e em procedimentos clínicos complexos que, inclusive, compõe o kit intubação e que, atualmente, está em falta no mercado por conta da pandemia”, contou.
De acordo com o delegado, o suspeito, assim como os sete indiciados na primeira fase da operação, chegava aos parentes das pessoas com quadro grave de Covid-19 por meio das redes sociais e começava a negociar com elas, se aproveitando do momento difícil que as famílias estavam passando para cobrar até dez vezes o valor de mercado do medicamento.
“Essas pessoas que fazem isso são oportunistas, desleais e desumanas, pois agem na dor das famílias e se aproveitam de um momento difícil para cobrar valores exorbitantes sobre um medicamento que, às vezes, está até em falta no mercado”, afirmou.
O homem, que foi preso em flagrante, vai responder pelos crimes de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais e associação criminosa. Segundo o delegado, as investigações continuam com o objetivo de descobrir quem fornecia os remédios ao suspeito.
Como o nome dele não foi divulgado, o G1 não conseguiu checar junto ao Poder Judiciário se ele permanece preso até a manhã desta sexta-feira (11).
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