A Polícia Civil prendeu quinze pessoas durante uma operação contra o tráfico de drogas e estelionato em Goiás. A investigação também apreendeu dinheiro, três armas com cerca de 200 munições e dez veículos de luxo avaliados em R$ 1 milhão. Entre os alvos de mandados de busca e apreensão está a casa de um policial militar, que teve o filho detido preventivamente.
As prisões aconteceram em Minaçu, na região norte de Goiás, e uma em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Como a corporação não divulgou os nomes dos detidos, o G1 não conseguiu localizar as defesas deles para que se posicionem.
A Operação Atafego foi deflagrada na quarta-feira (9), pelos delegados Danilo Wendel Macedo, do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) de Porangatu; Jarder Bruno de Souza Vieira, delegado da Delegacia de Polícia (DP) de Minaçu; e pelo delegado-geral da Polícia Civil Alexandre Lourenço. Cerca de 80 policiais civis também participaram.
Ao todo, os investigadores cumpriram 19 mandados de busca e apreensão e fizeram dez sequestros de veículos. De acordo com o delegado Jarder Bruno, os bens sequestrados chegam a somar aproximadamente R$ 1 milhão.
O investigador explicou ainda que, dentre os envolvidos, há “pessoas influentes”.
“Devido à nova Lei de Abuso de Autoridade, nós não podemos revelar os nomes [dos envolvidos], mas são pessoas influentes na sociedade. Até então, a sociedade não desconfiava de que eles praticavam esses atos ilícitos. [Eles têm] um certo poder aquisitivo e boa parte deles não tem justificava para a atividade ilícita”, revelou.
Já o delegado Wendel disse que dois dos suspeitos já foram candidatos a vereador em Minaçu. “Dentre os alvos, havia pessoas influentes, política e socialmente”, contou.
Investigação
A investigação que resultou na operação foi iniciada há cerca de quatro meses. De acordo com Jarder Bruno, os policiais perceberam que a maioria dos crimes na cidade de Minaçu, onde foram cumpridos a maioria dos mandados, eram motivados pelo tráfico de drogas.
“Durante as investigações, percebemos que parte dos alvos também não se limitava a praticar somente os crimes de tráfico e associação para o tráfico, mas eles também praticavam os crimes de estelionato e até mesmo furto mediante fraude”, disse.
Segundo o delegado, a suspeita é que os carros, caminhonetes e motos apreendidos tenham sido adquiridos com dinheiro do tráfico.
“Eram veículos utilizados por eles, com o valor econômico de mais ou menos R$ 1 milhão. Dentre eles, temos motocicletas de luxo, de alto valor, caminhonetes no valor de R$ 200 mil e diversos outros veículos”, disse.
Segundo as investigações, a quadrilha atuou no tráfico de drogas na região de Minaçu por cerca de 5 anos. “A partir daí [do tráfico], eles utilizavam o nome de terceiros para adquirir cartões, e cometer uma série de fraudes nesse sentido”, contou Wendel.
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