Como foi a abordagem?
O carro estava com minha namorada. Ela estava saindo do salão de beleza quando fizeram a abordagem. Os PMs disseram: “tira essa faixa ou eu vamos prender o carro e a faixa”. Foi quando ela me ligou. Por coincidência, eu estava passando próximo ao local e fui até onde estava tendo a ocorrência. Eu cheguei filmando. Falei que era uma arbitrariedade e que eu tinha o direito de me manifestar com a faixa.
O que os policiais falaram?
Eles falaram que eu estava infringindo a lei e leram o artigo 26 da Lei de Segurança Nacional (LSN). Essa Lei já não tem efeito, nós temos uma nova Constituição. Eu tentei argumentar, achei que ia conseguir convencê-los, engano meu. Eles perguntaram: “Vai entregar a faixa ou não?”. Eu disse que não e então escutei: “Você está preso”.
A partir daí, o senhor tentou argumentar?
Eles não falavam mais nada. Depois desse momento foi na força bruta. Eles me atiraram no chão com uma rasteira, me deram dois chutes e dois murros nas costas. Não adiantava mais. Eu percebi que a violência seria maior ainda, apesar de eu pedir para minha namorada filmar. Eu sofri. Me apertaram com as algemas e me jogaram no camburão.
Como foi a condução até a PF?
Eu fui levado para o hospital para fazer corpo de delito. No hospital eu passei uma vergonha danada. Eu sou muito conhecido na cidade. Tive de gritar para a população. Eu gritei que não sou bandido e que estava sendo preso porque me manifestei contra o presidente Bolsonaro e o chamei de genocida. No hospital tiraram minhas algemas.
A faixa estava no seu carro desde quando?
Desde sábado, na manifestação.
A faixa foi retirada?
Com eles querendo me bater, minha namorada ficou muito assustada. Ela ajudou a desamarrar, pegou a faixa e jogou dentro do carro. Eles foram até lá, pegaram e apreenderam a faixa. Na PF é que me devolveram.
Você vai tomar alguma medida?
Ontem nós reunimos, estamos pensando em algo para não ficar só no ato da faixa. No sábado faremos uma carreata saindo do ginásio de Trindade em manifestação de repúdio. Vamos aguardar até segunda-feira, ainda não decidimos o que faremos por meios jurídicos. Estou recebendo solidariedade de toda parte do Brasil e até do exterior. O apoio está vindo até mesmo de políticos de direita.
Qual sua formação e atuação política?
Tenho 58 anos, sou professor há 39. Licenciado em História, formado em Filosofia, com pós em Formação Socioeconômica. Eu fui presidente do PT em Trindade em 1985. Eu já era presidente da regional de Trindade do Sintego desde 1983 e também fui secretário geral do Sintego Estadual. Atualmente sou secretário estadual de movimentos populares do PT em Goiás. Tenho uma militância constante. Eu trabalho muito como professor. O tempo que sobra eu estou na militância. Buscando sempre a construção de uma sociedade melhor.
Você participou da organização do ato do último sábado?
Existe um fórum de movimentos. Desse fórum foi formada uma coordenação do ato do sábado e eu participei como um dos representantes do PT.
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