Uma estudante de Medicina Veterinária, que possui Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), além de traços de personalidade borderline e epilepsia, conquistou na Justiça o direito de contar com um profissional de apoio especializado durante suas atividades acadêmicas. A decisão foi proferida pela juíza Ana Amélia Inácio Pinheiro, da 2ª Vara Cível de Itaberaí, em Goiás.
A estudante, que buscava esse suporte para conseguir acompanhar as aulas teóricas e práticas, já havia solicitado esse auxílio diretamente à faculdade, mas o pedido foi negado pela instituição. Segundo a família, a falta desse acompanhamento estava impactando diretamente o desempenho da jovem, que acumulou reprovações em disciplinas do curso.
Fonte: Jornal Opção
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