Três jogadores denunciam que foram vítimas de ataques racistas durante um campeonato de futebol em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Um dos atletas conta que o presidente do time adversário se referia a ele como “macaco, saci e neguinho safado”. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma briga generalizada entre as duas equipes após o final da partida (veja acima). Um boletim de ocorrências foi registrado.
“É uma coisa que machuca muito. Em pleno século XXI estar acontecendo discriminação racial. A gente espera que isso acabe logo”, disse o jogador Breno de Oliveira Gonçalves, de 19 anos.
O jogo, válido pelo torneio Goiânia Cup Sub-20, aconteceu na manhã do último sábado (24), entre equipes sub-20 da Associação Atlética Anapolina e da Associação Atlética Flugoiania de Futebol. O presidente do FluGoiânia, Cleib Moraes, apontado pelos jogadores como autor das ofensas, afirmou que “jamais” xingou os atletas da equipe adversária.
O G1 não conseguiu contato com o responsável pelo campeonato para saber se alguma medida será tomada.
O FluGoiânia publicou em uma rede social que repudia qualquer atitude racista ou discriminatória ocorrida dentro ou fora de campo e negou que qualquer integrante da equipe tenha cometido atos racistas. “Na tentativa de se furtar ou de inverter os fatos a Associação Atlética Anapolina formulou esta acusação caluniosa a respeito dos atletas e comissão técnica”.
Em súmula, o árbitro da partida justificou que, após o jogo, um atleta da Anapolina começou a agredir vários atletas da equipe adversária com a alegação de que ele teria sido vítima de racismo. No entanto, relatou que a equipe de arbitragem não conseguiu identificar o autor dos xingamentos e finalizou afirmando que foi informado que Cleib Moraes, presidente do FluGoiânia, xingou um atleta da Anapolina de “Saci”.
Guilherme Vasconcelos, supervisor de futebol da Anapolina, disse que os atletas ficaram bastante chateados com os xingamentos e que a briga começou depois que os atletas foram tirar satisfação sobre as ofensas.
“Ele começou a xingar os jogadores durante o jogo e depois também. Quando eu questionei ele sobre os xingamentos, ele falou na minha cara que xingou mesmo, que chamou os meninos de macaco, de saci, mas que não era racista”, contou.
O profissional afirmou ainda que registrou o caso junto à Polícia Civil, que ficará responsável por investigar o caso.
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