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Polícia DENÚNCIA DO MPGO

MPGO DENUNCIA PAI E MÃE POR ABUSOS CONTRA A PRÓPRIA FILHA EM RIO VERDE SUBTÍTULO:

SEGUNDO A DENÚNCIA, OS ABUSOS TERIAM COMEÇADO QUANDO A VÍTIMA TINHA 7 ANOS E A MÃE TERIA SE OMITIDO MESMO APÓS TOMAR CONHECIMENTO DOS FATOS

14/08/2026 06h56
Por: Cristiano Souza
MPGO DENUNCIA PAI E MÃE POR ABUSOS CONTRA A PRÓPRIA FILHA EM RIO VERDE SUBTÍTULO:

O Ministério Público de Goiás (MPGO) denunciou um homem e uma mulher por crim3s  cometidos contra a própria filha, em Rio Verde. Segundo a denúncia, o pai teria iniciado os 4busos quando a vítima tinha 7 anos, enquanto a mãe, mesmo após tomar conhecimento da situação, teria se omitido na proteção da filha. A denúncia foi oferecida pelo promotor de Justiça Marcelo Henrique Rigueti Raffa e já foi recebida pela Justiça.

 

Conforme as investigações, os abusos começaram em 2014 e teriam se prolongado por anos. Inicialmente, o homem teria praticado atos libidinos0s  contra a filha e, posteriormente, mantido relaçõ3s sexu4is com ela. Aos 14 anos, a vítima engravidou, e um exame de DNA confirmou que o denunciado era o pai da criança.

 

O MPGO aponta que o homem teria usado a autoridade sobre a filha, além de ameaç4s , chantagens, manipulação e controle da rotina para submetê-la aos 4busos. Mensagens analisadas indicariam ainda tentativa de estabelecer com a vítima uma relação de natureza amorosa, acompanhada de ciúme e controle.

 

Segundo a denúncia, o pai também exigia atos de natureza sexu4l e ameaçav4 a filha para impedir que os fatos fossem revelados. Conforme o Ministério Público, o comportamento abusivo teria continuado mesmo após a vítima atingir a maioridade.

 

A investigação aponta que a mãe tomou conhecimento dos 4bus0s durante a gravidez da filha, mas não teria adotado medidas para interromper a violência. A vítima teria relatado os fatos à mãe, mas posteriormente foi agredida e ameaçad4 pelo pai para permanecer em silêncio.

 

Ainda segundo o MPGO, a mulher já havia percebido comportamentos inadequados na relação entre o marido e a filha e teria recebido alertas de amigas sobre a possibilidade de 4buso. Mesmo diante dos indícios e da confirmação da paternidade da criança, ela teria deixado de agir para proteger a filha.

 

A investigação foi retomada após uma denúncia anônima recebida pelo Ministério Público em agosto de 2026. Buscas e apreensões realizadas após a prisão dos investigados reuniram novos elementos de prova, incluindo declarações da vítima, mensagens, documentos e outros materiais.

 

Fonte: Rio Verde Goiás

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