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Polícia Anápolis

Criminosos que fizeram família de advogados reféns em Anápolis são condenados pela Justiça

Antes de fugir, criminosos amarraram e trancaram a família dentro de um quarto; um deles chegou a puxar o gatilho contra o advogado Eduardo Bittar, porém a arma falhou

29/09/2021 06h53
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Por: Cristiano Souza Fonte: Mais Goiás
Criminosos roubaram camionete das vítimas e foram perseguidos pela Avenida Mato Grosso até perderem o controle da direção e colidir contra um poste (Foto: Reprodução)
Criminosos roubaram camionete das vítimas e foram perseguidos pela Avenida Mato Grosso até perderem o controle da direção e colidir contra um poste (Foto: Reprodução)

Justiça condenou, nessa segunda-feira (27), os dois homens que invadiram a casa de um advogado e renderam ele, a esposa e o filho menor e mantiveram a família refém por quase quatro horas com ameaças e agressões físicas durante assalto. Um dos homens chegou a puxar o gatilho contra o advogado Eduardo Bittar, porém a arma falhou. O crime ocorreu em janeiro deste ano no bairro Jundiaí, em Anápolis.

Thiago da Silva Santos foi condenado a 17 anos e dois meses de prisão e Vitor Gabriel Luiz Faria foi condenado a 14 anos e oito meses de reclusão, em regime inicialmente fechado que ambos terão de cumprir, além de multa que terão de pagar. A decisão é da juíza Edna Maria Ramos, da 3ª Vara Criminal de Anápolis.

De acordo com a denúncia, Vitor e Thiago entraram no quintal da residência por uma escada da construção vizinha.

A dupla contou à polícia que foi contratada e que receberiam R$ 5 mil pelos roubos. Eles procuravam por um cofre e por uma espingarda. Como não estavam encontrando, passaram a agredir o advogado com empurrões, sufocamento e coronhadas.

Vitor chegou a puxar o gatilho da arma contra o profissional, que falhou. Ainda segundo a denúncia, a todo momento os dois buscavam orientação de uma terceira pessoa por chamada de vídeo mostrando ter revirado toda a casa sem encontrar o cofre, questionando, ainda, onde deveriam esconder os objetos e valores roubados.

Em depoimento, Andreia Prado Bittar disse que psicologicamente ninguém da casa tem sossego, que com qualquer barulho o filho corre para o pai perguntando o que está acontecendo. Ela disse que escutou o estralo da arma e considera um milagre a arma não ter disparado. Andreia sofreu lesões no antebraço e no rosto e Eduardo Bittar teve ferimentos nas regiões torácica, abdominal e lombar.

Fuga

 

 

Após quase quatro horas dentro da residência, os criminosos amarraram e trancaram a família dentro de um quarto para fugir. Durante a fuga, a dupla chamou a atenção da polícia e foram perseguidos pela Avenida Mato Grosso até perderem o controle da direção de uma Hilux das vítimas e colidir contra um poste. Vitor ainda lesionou um sargento da polícia após luta corporal e Thiago ainda tentou se esconder, porém foi capturado.

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